Cercimarante assinala 41.º aniversário com mensagens de fundadores, dirigentes e colaboradores

Lar Amaália Mota -Cercimarante

A Cercimarante assinalou, no domingo, o seu 41.º aniversário com a publicação de testemunhos nas redes sociais de vários dos seus colaboradores, dirigentes e fundadores.

 

Numa publicação de grupo, os colaboradores do Lar Residencial Amália Mota (LRAM) assinalaram o “bom trabalho desenvolvido e a forma como foram apaziguadas as falhas do passado”.

Destacando a “visão empreendedora” de António Pinto Monteiro, fundador “número um” da cooperativa, o grupo recorda que a grande família da Cercimarante se tornou numa “peça fundamental” para Amarante.

“Os valores que nos guiam, enquanto família, dão-nos a capacidade de lidar e proporcionar dignidade aos clientes que acompanhamos, até hoje”, acrescenta.

 

 

O fundador da cooperativa também se pronunciou, recordando que ao longo de 41 anos, aquela instituição se pautou “pelo esforço, dedicação e amor àqueles que tiveram o infortúnio de nascerem com problemas para toda a vida”.

“E, neste aspeto, concretizou-se muito do que se pensava fazer e ultrapassar”, acrescentou António Pinto Monteiro.

Por seu lado, o presidente do conselho de administração, Carlos Pereira, assinalou “mais um ano que, apesar das vicissitudes e dos enormes desafios” foi possível superar com “trabalho árduo, dedicação e muita resiliência”.

“Continuamos a construir todo um percurso de afirmação e consolidação da nossa missão e visão estratégica enquanto entidade do setor social, onde ano após ano procuramos ultrapassar cada desafio e aproveitar cada oportunidade para melhorar o nosso desempenho e consequentemente prestarmos um serviço de excelência a todos quantos nos procuram”, acrescenta o dirigente.

 

 

A Cercimarante é uma das maiores cooperativas de apoio a cidadãos portadores de deficiência na região norte, dando assistência a 540 utentes, de nove valências distribuídas por dois edifícios localizados no concelho.

Mais recentemente, lançou um serviço de apoio domiciliário à deficiência, o único do seu género na região, e abriu uma “loja social” no mercado de Amarante, onde comercializa produtos dos seus utentes e de congéneres nacionais.

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