Covid-19: Bombeiros de Vila Meã apelam à doação de equipamento de proteção

Os Bombeiros de Vila Meã apelam a clínicas, centros veterinários e dentistas que disponibilizem material de proteção individual, citando rutura de stock dos seus fornecedores.

 

Em comunicado publicado nas redes sociais, a corporação começa por assegurar que “o socorro está garantido” em toda a sua área de intervenção e que se encontra em “prontidão permanente”.

“Os nossos bombeiros têm ao seu dispor conhecimento, equipamento para intervir nesta situação de crise, nomeadamente por possíveis contágios”, indicam.

Acrescentam, contudo, que “a única situação que se avizinha” será a reposição do stock de equipamento de proteção, nomeadamente máscaras FFP2 e cirúrgicas.

“Sabemos que é um problema transversal ao país e ao mundo”, adiantam. E acrescentam:

“Por isso, apelamos às clínicas, centros veterinários e dentistas, entre outros, que possam disponibilizar material do seu stock para a segurança dos nossos operacionais e população em geral.

 

Número de colaboradores reduzido para metade em cada turno

Em declarações ao Expresso de Amarante, o comandante Carvalho Ferreira indicou que encerraram algumas divisões no quartel, nomeadamente a sala de convívio e a camarata reservada ao corpo de intervenção de incêndios florestais.

Afirmou, ainda, que reduziram para metade o número de colaboradores de cada turno.

“Metade trabalho no primeiro turno, de manhã até às 13h00, e a outra metade, no turno da tarde, até às 20h00”, explicou.

Carvalho Ferreira adiantou, ainda, que, por enquanto, o corpo de bombeiros continuará a cumprir a escala normal de serviço e que o “plano de contingência é para cumprir”.

No início da semana, a corporação encerrou as portas ao público e indicou que o contacto fosse feito por telefone ou correio eletrónico.