O movimento cívico “Seixoso-Vieiros, Litio não” reuniu, na quinta-feira, com o coordenador do ambiente da bancada do Partido Socialista, no parlamento, para expor as suas preocupações sobre o eventual impacto negativo, naquela área, da proposta de prospeção e exploração de lítio.
No início de fevereiro, o Governo autorizou a prospeção e pesquisa de lítio em seis zonas do país, nomeadamente na denominada “Seixoso-Vieiros”, que abrange os concelhos de Fafe, Celorico de Basto, Guimarães, Felgueiras e Amarante.
Em comunicado, o movimento informa que explicou a Tiago Brandão Rodrigues que aquela atividade terá como consequência “a destruição do património ambiental e natural, bem como das atividades sócio-económicas que são a base da sustentabilidade económica e social local”.
Por outro lado, foi solicitado “mais transparência no tratamento destas questões” para que os processos possa estar sujeitos a escrutínio popular “no pressuposto de que as decisões devem resultar de um diálogo permanente com os cidadãos diretamente afetados”.
Segundo o movimento, ficou o compromisso por parte da bancada parlamentar de que estas preocupações seriam devidamente transmitidas ao governo, nomeadamente ao ministro do ambiente e seu secretário de estado.