O músico Rui Fernandes, de Vila Real, acaba de publicar o disco duplo “Viola Amarantina” com 11 composições originais, informa hoje o artista, em comunicado de imprensa.
O novo trabalho apresenta duas versões, uma a solo, onde o compositor expõe a sonoridade deste instrumento, explorando-o timbricamente, e outra em versão quarteto com arranjos para nove composições com a participação dos músicos convidados Pedro Neves, no piano, Miguel Ângelo, em contrabaixo e Ricardo Coelho na percussão.
Criador de composições originais, Rui Fernandes, foi desafiado praticar a viola amarantina em 2018.
“Acabou por se dedicar a esta com o intuito de mostrar que esta viola tem muito mais para dar à música do que ser apenas um instrumento de acompanhamento musical”, lê-se na nota de imprensa.
Segundo o artista, o resultado final é “surpreendente e singular” uma vez que este trabalho abre um caminho que nunca até ao momento foi feito, “onde vários estilos e muitas influências se cruzam”. E acrescenta:
“Fica claro que a Viola Amarantina, para além de uma sonoridade “aveludada”, tem uma extraordinária versatilidade e não pode nem deve ficar “refém” do rótulo colado à música tradicional. É uma viola portuguesa para ser útil à música do mundo”.
O novo trabalho apresenta duas versões, uma a solo, onde o compositor expõe a sonoridade deste instrumento, explorando-o timbricamente, e outra em versão quarteto com arranjos para nove composições com a participação dos músicos convidados Pedro Neves, no piano, Miguel Ângelo, em contrabaixo e Ricardo Coelho na percussão.
Criador de composições originais, Rui Fernandes, foi desafiado praticar a viola amarantina em 2018.
“Acabou por se dedicar a esta com o intuito de mostrar que esta viola tem muito mais para dar à música do que ser apenas um instrumento de acompanhamento musical”, lê-se na nota de imprensa.
Segundo o artista, o resultado final é “surpreendente e singular” uma vez que este trabalho abre um caminho que nunca até ao momento foi feito, “onde vários estilos e muitas influências se cruzam”. E acrescenta:
“Fica claro que a Viola Amarantina, para além de uma sonoridade “aveludada”, tem uma extraordinária versatilidade e não pode nem deve ficar “refém” do rótulo colado à música tradicional. É uma viola portuguesa para ser útil à música do mundo”.