Novo website é primeiro passo para criar marca de Doces Conventuais de Amarante – AEA

Doces Conventuais de Amarante - foto Pedro Costa

O presidente da Associação Empresarial de Amarante, Bruno Costa, disso ao Expresso de Amarante que o novo website lançado no final da semana passada, no âmbito de uma feira virtual de doces conventuais de Amarante, é um primeiro e importante passo para a criação de uma marca para aquela especialidade gastronómica.

 

A associação está a promover, até dia 27 de junho, um certame virtual de doces conventuais que conta com a participação de sete confeitarias da cidade.

No âmbito do projeto, os estabelecimentos participantes podem enviar encomendas localmente, de forma gratuita, através de uma plataforma de entrega de refeições e para todo o país, via CTT Expresso, com entrega em um dia, por cinco euros.

A feira virtual, que decorre até domingo, conta ainda com a realização de entrevistas em direto, na página de Facebook da associação, em cada uma das confeitarias. Durante a tarde, serão realizadas pequenas atividades culturais à porta dos estabelecimentos.

 

Bruno Costa na apresentação da Feira Virtual dos Doces Conventuais – foto Pedro Costa

 

Bruno Costa explicou ao Expresso de Amarante que as próprias confeitarias já estavam a usar plataformas e redes sociais para realizar encomendas, entregando localmente, em mão, mas acrescentou que o custo elevado dos portes estava a limitar o despacho para o resto do país.

Nesse sentido, anotou, a AEA estabeleceu um protocolo com os CTT que permitiu uma redução dos custos de portes em 50% dos preços de tabela.

O dirigente adiantou que o novo website é para manter em funcionamento, no futuro, como forma de divulgar as confeitarias, mas também como uma forma de construir “uma marca” dos doces conventuais de Amarante.

“Vamos fazer, a partir daqui uma marca para os doces conventuais, para promover aquilo que temos de melhor, as nossas iguarias e as nossas confeitarias”, reforçou.

 

 

Questionado sobre a questão da certificação, o presidente da AEA sublinhou que é um processo essencial para proteger a marca, mas sublinha que está, sobretudo, nas mãos dos respetivos empresários do setor.

“Se queremos proteger os nossos doces, temos que passar pela certificação. É uma conversa, complicada, que está de novo em cima da mesa, mas que terá que ser feita pelos próprios empresários. A associação, por si só, não pode fazer todo o processo, mas cá estaremos para ajudar”, concluiu.

 

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