O presidente da Câmara de Amarante afirmou, no sábado, que o investimento realizado na recuperação de antigas escolas do concelho contribui para a manutenção do património local e dá “argumentos” a quem se queira fixar no território.
José Luís Gaspar inaugurou as escolas primárias da Lama, em Figueiró, e de Mancelos, equipamentos centenários que foram recuperados e requalificados.
Em declarações aos jornalistas, o edil explicou que dá prioridade à recuperação dos edifícios “quando possível, para manter o património e a história de cada escola”.
“É algo que nos apela à memória, porque nos lembra de onde é que viemos”, acrescentou.

O autarca adiantou que o investimento nos estabelecimentos escolares é essencial para fixar população no território.
“É, sem dúvida, um investimento que contribui para a qualidade de vida e dá argumentos para que mais pessoas se fixem nas freguesias”, explanou.
As obras de requalificação e ampliação proveram os dois edifícios centenários de todos os espaços definidos pelo programa funcional da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares.

Os estabelecimentos de ensino acolhem 79 e 65 alunos do primeiro ciclo, respetivamente.
O investimento, de cerca de um milhão de euros por escola, foi comparticipado por fundos comunitários em cerca de 600 mil euros.
Carta educativa deve estar pronta dentro de três anos
José Luís Gaspar referiu, ainda, que há mais três projetos a realizar antes de dar por concluída a carta educativa de Amarante.
O autarca adiantou que já estão em processo os projetos da Escola Básica da Torreira, em Fregim e do estabelecimento pré-escolar, em Real (Vila Meã).
Quanto ao futuro Centro Escolar de Cepelos, Lomba e Salvador, José Luís Gaspar afirmou que o projeto está mais atrasado, porque falta definir a sua localização.
“Acredito que dentro de dois, três anos no máximo, teremos a carta educativa do concelho pronta”, concluiu.
