Treinador do Amarante garante que saídas de Alex Silva e Mané foram amigáveis (C/ÁUDIO)

O treinador do Amarante FC, Pedro Reis, negou a existência de qualquer tipo de “incompatibilidades” com Alex Silva e Pape Mané, que abandonaram recentemente o plantel alvinegro para rumarem a outros clubes.

 

Alex Silva, que cumpria a terceira época consecutiva ao serviço do conjunto amarantino, assinou contrato com o FC Alpendorada, 3º classificado da Divisão de Elite da Associação de Futebol do Porto (AFP). Esta temporada, o médio, de 27 anos, participou em 13 jogos, cinco como titular, e marcou um golo.

Pape Mané, que tinha ingressado no Amarante a meio da época passada, transferiu-se para o Castro Daire, 9º posicionado da série D do Campeonato de Portugal (CdP). Esta temporada, avançado senegalês, de 27 anos, foi utilizado em oito jogos, quatro como titular, e marcou dois golos.

Pedro Reis assegura que os dois jogadores “são amigos do clube” e que as suas saídas não se devem “a incompatibilidades com nenhum colega, treinador ou elemento da direção”.

 

 

“O Mané com confinamento esteve muito sozinho. Teve um problema no joelho e, quando começou a ficar bom, apareceu-lhe outro problema. Ele precisava de mudar de ares e foi melhor para ele”, justificou.

“O Alex Silva foi um caso diferente. Foi a segunda vez que me pediu para sair. Na primeira vez convenci-o a ficar, porque é um jogador que fazia falta a esta equipa. A sua saída é apenas por vontade dele. Percebo que ele quisesse jogar sempre, mas não lhe poderia garantir isso. Na primeira vez consegui dissuadi-lo, agora não. É um jogador que deixa muitos amigos dentro e fora do plantel”, acrescentou Pedro Reis.

O Amarante FC ocupa, nesta altura, o quarto posto da classificação da série C do CdP, com 21 pontos, quatro de vantagem para os mais diretos perseguidores, Pedras Rubras e Marítimo B. Está bem encaminhado para assegurar uma vaga na fase de acesso à III Liga.

 

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