Um iniciativa cívica realizado no sábado, em frente à Igreja de São Gonçalo, for organizada para reiterar que Amarante “é uma cidade aberta, humanista e solidária, pronta para acolher quem mais precisa de refúgio”, explicou o organizador do encontro.
O “Amarante Pela Paz e Direitos Humanos” foi organizado por Ricardo Pereira, estudante universitário, em parceria com a Cada Juventude de Amarante e a JS Amarante.
“Defendemos a paz e condenamos a guerra. Amarante deve ser uma cidade aberta ao mundo, inclusiva e que defende a paz, de forma invariável” explicou, ao Expresso de Amarante.

Entre outros objetivos, o organizador explica que está a recolher assinaturas num documento em prol da paz e dos direitos humanos, para mais tarde divulgar a entidades e outras instituições.
“É uma mensagem de que Amarante e os amarantinos estão ao lado de quem sofre e que prestam apoio aos que precisem de nós”, acrescentou.
O caderno da iniciativa estará disponível, no sábado, dia 12, no átrio Biblioteca Municipal Albano Sardoeira, em Amarante, para recolher mais assinaturas, acrescentou.

Ricardo Pereira adiantou que pretende dar continuidade ao projeto, com mais encontros e iniciativas similares, recordando que o conflito na Ucrânia tem “raízes profundas” e que terá impacto no mundo, no país e em Amarante, nos próximos tempos.
“Não se trata de uma guerra localizada. As ondas de choque chegaram cá e temos que estar preparados para apoiar, em primeiro lugar, as vítimas do conflito, em segundo, para não permitir que a xenofobia e o racismo cresçam, perante esta situação”, concluiu.
