União Cultural e Desportiva de Moure nega responsabilidade por lixeira ilegal

O presidente da União Cultural e Desportiva de Moure, em Lufrei, negou hoje a autoria de um depósito de resíduos ilegal localizado num terreno baldio, perto das instalações da coletividade.

 

Em declarações ao Expresso de Amarante, Carlos Pinho explicou que no final da semana passada foi confrontado com a existência daquele depósito ilegal, a cerca de um quilómetro da sede da associação, em Moure, onde se amontoam caixas de papelão e entulho.

Em causa, estão as obras que a coletividade está a realizar na cozinha da sede, que levaram “várias pessoas” a confrontar o dirigente sobre os resíduos.

Carlos Pinho indicou que, depois de analisar as imagens que lhe foram apresentadas, se deslocou ao local, na segunda-feira, para averiguar a origem dos resíduos.

“Há ali uma série de caixas de papelão que são, de facto, do mesmo fabricante e tamanho de tijoleira que estamos a usar, mas com uma referência diferente. Portanto, não provém das nossas obras”, afirmou.

O dirigente acrescentou que os resíduos resultantes da renovação se encontram acomodados dentro da propriedade da associação e que terá confirmado que as caixas descartadas ali permanecem.

Carlos Pinho concluiu, afirmando que a associação se rege “pelas mais elementares regras de cidadania e cumpre rigorosamente todas as leis”.